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sábado, 29 de março de 2008

Alface,mas qual?

Alface (Lactuca sativa) é uma planta hortense, é utilizada na alimentação humana desde cerca de 500 a.C. .Originária do Leste do Mediterrâneo, é mundialmente cultivada para o consumo em saladas, com inúmeras variedades de folhas, cores, formas, tamanhos e texturas.Abaixo alguns tipos mais comuns:
Alface Americana:Parece um pequeno repolho com folhas mais escuras na parte de fora,ficando mais claras em direção ao centro.
Alface Carvalho:Possui folhas caídas com formato que lembra folhas de carvalho.São vermelho-arroxeadas na parte de fora,ficando verde em direção ao centro.
Alface Comum:Facilmente reconhecida por causa de suas folhas verde-escuras oblíquas que nascem aos feixes.
Alface Crespa:Com as folhas de fora onduladas,é crespa,doce e suculenta.
Alface Romana:Tem folhas longas em forma de penas e de um verde brilhante.É muito usada em todo Mediterrâneo.
Alface Roxa:De folhas onduladas debruadas de roxo,tem ótima presença em salada.

terça-feira, 25 de março de 2008

Curiosidade:

Varia o nome, à Meunière, à Belle, alla Meunière, a La Belle Meunière e o ingrediente que acompanha a manteiga,que podem ser:camarões pequenos salteados; champignons laminados (de preferência frescos) salteados com salsinha e alho; alcaparras;ou até mesmo uma combinação de todos acima.Dentro das variações encontradas no preparo deste prato nos restaurantes, essa receita tem sua forma mais original ou tradicional e certamente fará sucesso no seu jantar a dois, ou para poucas pessoas. O peixe é frito na manteiga, depois de empanado em farinha. A própria manteiga vira o molho que o irá cobrir.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Molho Béchamel:

É um molho de origem francesa,entra na composição de gratinados,é base de muitos molhos,sopas,cremes,recheios e souflés.Deve ter coloração marfim, aparência de creme e sabor sem gosto de farinha crua. Depois de cozido, deve ser temperado de acordo com os alimentos que vai acompanhar.
Ingredientes:
1 litro de leite;2 dentes de alho;*1 cebola piqué;pimenta-do-reino branca moída a gosto;1 noz moscada ralada a gosto;sal a gosto;100g de manteiga(4 colheres de sopa);3 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo.
Modo de Preparo:
Coloque em uma panela o leite, o alho, a noz-moscada, a cebola piqué e a pimenta-do-reino. Leve ao fogo até ferver. Abaixe o fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 1 minuto. Retire do fogo, tampe a panela e deixe descansar por 10 minutos. Em seguida, coe a mistura em uma peneira de malha fina. Reserve.
Numa panela de fundo grosso, derreta a manteiga em fogo brando e polvilhe com a farinha. Deixe cozinhar, sem deixar ganhar cor, até aparecer à superfície uma espuma esbranquiçada e o preparado desagregar-se.( essa base se dá o nome de roux).Tire a panela do fogo. Adicione o leite (pouco a pouco) sem parar de mexer com um fouet ou uma colher de pau até que o leite e o roux se incorporem. Cuide para que não fiquem pelotas:
Coloque o sal;
Volte ao fogo baixo e cozinhe, sem parar de mexer, por mais 10 minutos ou até obter um creme.
Desligue o fogo, acerte o sal e acrescente a noz moscada, misturando bem.

Molho Pesto:

Pesto é um molho italiano, originário de Genova, na Ligúria, norte da Itália.
Ingredientes:
1 maço médio de manjericão(55g) ;2 dentes de alho sem casca(10 g);1 xícara (chá) de azeite de oliva(200 g);1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado(110 g);1/2 xícara (chá) de nozes picadas(55 g);Sal a gosto.
Modo de Preparo:

Lave o manjericão em água corrente. Coloque-o em uma tigela com solução sanitizante. Siga as especificações do fabricante. Em seguida, escorra a solução e seque o manjericão com toalha de papel. Separe somente as folhas. Reserve.
Descasque os dentes de alho e coloque no copo do liquidificador. Junte as folhas de manjericão, o azeite de oliva, o parmesão, as nozes e o sal. Bata por 30 minuto ou até obter um pesto homogêneo.

terça-feira, 18 de março de 2008

Azeite:

O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras. Trata-se de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas.
Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares.O azeite de oliva deve ser produzido somente a partir de azeitonas e não podem ser denominados desta forma óleos extraídos por solventes ou re-esterificação, nem misturas com outros tipos de óleo. Na atualidade, os métodos tradicionais de processamento da azeitona deram lugar a processos modernos de extração, utilizando variação de pressão e temperatura. Com isso, o método tradicional de prensagem a frio quase não existe mais.

Classificação do azeite:
Azeite de oliva refinado:Produzido pela refinação do azeite virgem, que apresenta alta acidez e incidência de defeitos a serem eliminados na refinação. Pode ser misturado com o azeite virgem.
Azeite de oliva virgem:Obtido por processos mecânicos. Dependendo da acidez do produto obtido, este azeite pode ser classificado como sendo do tipo extra, virgem ou comum. O azeite virgem apresenta acidez máxima de 2 %.
Azeite extra virgem: O azeite não pode passar de 0,8 % de acidez (em ácido oléico) e nem apresentar defeitos. O orgão que os regulamenta e define quais defeitos são catalogados é o Conselho Oleícula Internacional.
Azeite de oliva comum: É obtido da mistura do azeite lampante, inadequado ao consumo, reciclado por meio de processos físico-químicos e sua mistura com azeite virgem e extra-virgem.
Este não possui regulamentação.
"São necessárias de 1.300 a duas mil azeitonas para produzir 250 mililitros de azeite."

segunda-feira, 17 de março de 2008

Shimeji:
Este é um dos cogumelos mais difundidos no mundo. Assim como o Shiitake, o Shimeji, cujo nome científico é Pleorotus Ssp, é muito consumido na Ásia, principalmente na China. Este cogumelo é encontrado em duas cores: o branco e o castanho (cinza). É também um velho conhecido dos pratos japoneses, consumido fresco ou desidratado. As colonias japonesas e chinesas são as maiores consumidoras. Também possui niveis nutricionais elevados e baixo índice de calorias, o que torna ideal para deitas.De sabor delicado, adquira-o com bom aspecto, sem manchas nem umidade aparente, conserve-o na geladeira e utilize-o rapidamente.
Seu sabor e aroma o tornam excelentes para sopas, refogados e pratos de arroz.
Champignon:
É o cogumelo mais consumido no mundo, inclusive no Brasil. É consumido fresco ou em conservas e sua popularização ocorreu devido à facilidade com que este cogumelo se adaptou por todos os países que passou.Na culinária nacional, o Champignon está muito bem representado. Muitos pratos tradicionais levam o Champignon, como o Strogonof e até mesmo pizzas. A comercialização deste cogumelo é facilitado por sua embalagem em conserva.Basicamente existem dois tipos de Champignon: O tradicional Champignon de Paris (de cor branca) e o Champingon Portobello, de cor mais parda.
Shiitake:
Um cogumelo comestível que apresenta as propriedades terapêuticas de um cogumelo medicinal.Destaca-se dos outros,devido ao seu alto teor em vitaminas e substâncias, que fortalecem o sistema imunológico. No mercado mundial, o Shiitake detém o segundo lugar em consumo.Com sabor característico e muito usado na culinária chinesa e japonesa, o shiitake pode ser consumido de diversas formas. Risotos, saladas, pizzas, diversos tipos de molhos, grelhados, strogonof são algumas das possibilidades de preparo com o cogumelo.A iguaria apresenta-se in natura (fresco) ou desidratado. "O desidratado de sabor mais acentuado é usado em molhos. o fresco rende mais.

domingo, 16 de março de 2008

Tipos de queijo:

Queijo Parmesão:É um queijo de origem italiana e suas principais características são o baixo teor de umidade e a textura granular, o que vale o nome de queijo Grana.O Parmesão se apresenta sob forma cilíndrica, com faces planas, peso oscilando entre 5 e 6 kg. Sua crosta é grossa (4 a 8 mm), bem formada e lisa. A massa é dura, compacta e quebradiça, de untura seca, de cor amarelo-palha e odor e sabor picante e forte.O queijo Parmesão ralado, por seu sabor acentuado, é utilizado tipicamente no acompanhamento de massas, molho de tomates e em diversos tipos de panificação. É também um ingrediente essencial do risotto.
Queijo Roquefort:Originário da França,é produzido com leite de ovelha não-pasteurizado ao qual é adicionado o mofo penicillium roqueforti. A umidade e a quantidade de ar no local de maturação, necessárias para que o mofo se desenvolva no queijo, são rigorosamente controladas. Tem forma cilíndrica e pesa de 2 kg a 3 kg. A casca é pegajosa de cor marfim bem clara e a textura é macia, com um aroma característico e sabor que pode ser mais ou menos picante de acordo com o grau de maturação. Queijo de mesa, pode ser servido com pão ou acompanhado de frutas secas ,em saladas e preparo de molhos.
Queijo Gruyère:De origem suíça,é menor que o emmenthal e os buracos são pequenos e em menor quantidade. Seu sabor é mais forte do que o emmenthal e sua textura mais cremosa. É fabricado com leite cru de vaca e cada peça tem de 20 kg a 45 kg. A casca natural é dura, seca e de cor castanho-ferrugem. A textura do queijo é ligeiramente granulosa, densa e compacta (ao mesmo tempo é flexível).Este queijo apresenta um sabor bem complexo: no primeiro momento, frutado, mas em seguida percebe-se um sabor de nozes.Ótimo para gratinar, ralar e no preparo da fondue,em sopas e molhos à base de queijo.

Queijo Brie:Aclamado como um dos melhores queijos do mundo, o Brie é conhecido por sua superfície branca e interior de cor cremosa e consistência macia que espalha quando o queijo atinge o pico de sua maturação.Puristas não admitem o consumo de brie com geléias, como a de pimenta, mas o hábito é bastante difundido entre os franceses. Outras boas companhias para o queijo são frutas verdes (como maçãs e pêras), frutas secas (nozes, damascos e pistaches) e pães. Para servi-lo à maneira francesa numa refeição, encaixe o queijo entre o prato principal e a sobremesa.

quarta-feira, 12 de março de 2008

"Muitas pessoas utilizam a cúrcuma na comida achando que é açafrão.Embora os dois produtos não tenham a menor semelhança em relação a sabor, o fato de ambos transferirem coloração à comida durante o cozimento gerou a confusão."

O Açafrão:Um pó de cor preta ou avermelhada, é extraído dos estigmas de flores de uma variedade de Crocus sativus, uma planta da família das Iridáceas, e utilizado desde a antiguidade como especiaria, principalmente na culinária mediterrânea.
A variedade de Crocus sativus que se usa para extrair o açafrão é originária da região do mar
Mediterrâneo e consumido na culinária da região, normalmente em risotos, caldos e massas. Na Espanha, é item essencial à paella. Usado há séculos em molhos, arroz e aves.
Atualmente, é a
especiaria mais cara do mundo, uma vez que para a preparação de apenas alguns gramas utilizam-se milhares de flores da planta, processadas manualmente (cerca de 100 mil flores para obtenção de apenas 1 kilo de estigmas).
Pesquisadores estão estudando nanocápsulas com princípio ativo do açafrão para tratamento do câncer de pele. (UFSC)


A Cúrcuma:No Brasil é conhecida como açafrão da terra,é a raiz da planta da família do gengibre. É nativa da Cochichina e importada da Índia e Jamaica. Ingrediente básico no curry e na mostarda. Usada normalmente em sopa e massas.
A cúrcuma (Curcuma longa - é um especia da gênero
Curcuma da família Zingiberaceae) é originária da Índia e é conhecida também como açafrão-da-índia, açafroa, açafrão-da-terra, açafrão-de-raiz e falso-açafrão. É uma planta de altura mediana, da família do gengibre, com folhas largas e flores amarelas. É na raiz que encontramos a concentração de seu aroma e cor. A raiz deve ser moída depois de bem seca.

terça-feira, 11 de março de 2008

Por que os cozinheiros usam aquele chapéu comprido?


Faça biquinho e repita em francês: toque blanche. Touca branca. Esse é o nome original do chapéu comprido.O formato do chapéu foi herdado dos monges. Na Idade Média,os maiores cozinheiros estavam nos monastérios. Quem instituiu o uniforme branco foi o rei francês Luís XIII (1601-1643). No seu reinado, e no de seus sucessores, Luís XIV e Luís XV, os cozinheiros tinham tanta importância que seu título era de officiel de bouche (oficial da boca), uma patente militar. Com o tempo, o tamanho dos chapéus tornou-se sinal de prestígio e indicador de hierarquia,enquanto o chef usava sempre o mais alto de todos, os auxiliares mais simples vestiam apenas um boné.

segunda-feira, 10 de março de 2008

O melhor doce do mundo!!

Torta Sacher
Na primeira mordida revela-se um gosto forte. Ele vem da cobertura de chocolate e sugere a presença de conhaque na mistura. Depois, à medida que a mastigação avança, vai se impondo o sabor mais sóbrio da massa de chocolate amargo, matizado pela presença pungente da geléia de damasco no recheio. O equilíbrio é perfeito. Aliás, talvez seja essa combinação acre-doce que faz o lendário sucesso da torta Sacher.
"O bolo de chocolate mais celebrado do mundo".Dele pode-se comer vários pedaços sem ser assaltado pela sensação de enjôo (e culpa) que costuma acompanhar a digestão dos doces de chocolate comuns. “Sem o menor peso na consciência, acabo de comer uma torta Sacher inteirinha”, disse Greta Garbo a um amigo em 1937. Concebido em 1832 pelo aprendiz de doceiro Franz Sacher, a pedido do célebre chanceler Metternich, o bolo que leva o seu nome está para o mundo dos doces assim como Montblanc está para as canetas e Ferrari para os automóveis. É único, tanto quanto é caro e glamouroso. Suas textura marrom e granulosa, acompanhada sempre por uma porção de chantily, encarna o velho charme de Viena tanto quanto as valsas de Strauss ou os bigodes enormes do imperador Franz Joseph. É um clássico, e como tal consegue ser moderno.
Em 1965 uma sentença da suprema corte austríaca garantiu ao hotel Sacher o direito de uso exclusivo do nome, associado à palavra “original”, depois que a doceria Demel, de Viena, passou a comercializar sua própria versão do bolo. A receita lhe teria sido vendida ao final da II Guerra Mundial, quando o hall do Sacher estava sendo usado como estábulo pela cavalaria russa. O litígio em torno da receita é um caso único no mundo e ficou 25 anos nos tribunais. No dia em que foi decidido ocupou as manchetes de todos os jornais austríacos: o hotel prevaleceu porque a Demel havia subvertido a confecção clássica do bolo e passara a colocar a geléia de damasco na parte de fora, não no recheio. A marca não tem franquias e a única maneira de experimentar essa delícia é entrar em um dos quatro Cafés Sacher na Áustria – ou encomendar a torta pelo correio.
Quem procurar na internet vai encontrar várias receitas de torta Sacher, mas elas estão para o produto real como os tênis dos camelôs estão para os produtos da Nike. São contrafações mais ou menos simpáticas.
Quer comprar pela internet???
Visite o site do hotel sacher,e por uma bagatela de aproximadamente R$210,00,você terá um mundo de sensações...Lembrando que,diante dos rigores da alfândega brasileira, a Sacher não garante os prazos de entrega, como ocorre com os destinos europeus, e nem se responsabiliza inteiramente pela chegada do bolo. O risco é por conta do freguês.
Obs:Trechos retirados da revista istoé dinheiro.

domingo, 9 de março de 2008


O coelho, apesar de ser um mamífero e por conseguinte não botar ovos, assumiu o papel de produtor e entregador dos ovos de Páscoa. Isso devido à notória capacidade de reprodução desses animais que se tornaram símbolo da fertilidade. Já o ovo, representa o surgimento da vida e a origem do mundo. Daí sua relação com a ressurreição de Cristo e a Páscoa.
A tradição de presentear a família e os amigos com ovos coloridos é um costume antigo dos chineses. Esses povos decoravam ovos de galinha e davam de presente a pessoas queridas, em comemoração à Festa da Primavera, que no hemisfério Norte, coincide com os meses de março e abril, próprios da Páscoa. Ao longo dos anos, o costume foi sendo passado às demais culturas do mundo todo e os ovos de galinha passaram a ser substituídos por ovos de madeira, de prata e de ouro decorados com pedras preciosas e, por fim, pelos de chocolates em decorrência principalmente, da chegada das indústrias de chocolate.